Madri é uma capital para conhecer a pé: um palácio real e praças da época dos Habsburgo no centro antigo, grandes avenidas e três museus de arte de nível mundial ao longo do Paseo del Prado. Nem sempre é fácil achar um guia em português — com o AI TourMate, você não precisa de um tour reservado. Ative o modo GPS automático, comece a caminhar e o app conta a história de cada lugar quando você chega, em português.
É assim que o app conta a história quando você chega: Plaza Mayor · 0:47
No app, cada história é criada na hora, então cada uma é um pouco diferente. Este é um exemplo preparado com antecedência, com a mesma voz que o app usa.
Chegue perto do cavaleiro de bronze no meio da praça e olhe com atenção para a boca do cavalo. O cavaleiro é Filipe Terceiro, em cujo reinado Juan Gómez de Mora concluiu esta praça em 1619. Durante séculos essa boca ficou aberta, e os passarinhos que entravam ali não saíam mais; quando um rojão colocado lá despedaçou a estátua em 1931, a barriga oca estava cheia dos ossos deles, e desde então a boca é selada. Ao seu redor aconteceram mercados, touradas, festas reais e até julgamentos da Inquisição, e as sacadas serviam de camarotes. Depois do incêndio de 1790, Juan de Villanueva reconstruiu a praça. Antes de ir embora, procure o Arco de Cuchilleros no canto sudoeste e desça seus degraus íngremes.
O AI TourMate encontra suas histórias no OpenStreetMap. Dentro dos limites municipais de Madri, isso significa mais de 2.200 lugares com nome, por exemplo:
Fonte: © colaboradores do OpenStreetMap, contagem feita em 8 de outubro de 2026.
Do bairro real do centro antigo ao coração verde de Madri, passando pelo Prado, em um só passeio. O app narra pelo caminho — e continua contando histórias também nas ruas laterais.
4,5 km · cerca de 60 min a pé · 8 paradas
Toque em um marcador ou em um cartão para ver o lugar.
No app, cada um destes lugares é uma história de 2–3 minutos que começa quando você chega — a primeira é grátis.

O palácio foi construído a partir de 1738 no lugar da antiga fortaleza do Alcázar, destruída por um incêndio em 1734, e Carlos III foi o primeiro rei a morar nele. Com mais de 3.000 cômodos, é um dos maiores palácios da Europa; continua sendo a residência oficial do rei da Espanha, mas hoje é usado principalmente em cerimônias de Estado.

A catedral de Madri levou mais de um século para ficar pronta: a pedra fundamental foi lançada em 1883, e o papa João Paulo II a consagrou em 1993. O exterior neoclássico, cinza e branco, combina com o Palácio Real em frente, enquanto o interior é neogótico. Foi aqui que o futuro rei Felipe VI se casou com Letizia Ortiz, em 2004.

Este mercado de ferro e vidro foi inaugurado em 1916, a poucos passos da Plaza Mayor. Restaurado e reaberto em 2009 como mercado gastronômico, hoje é o lugar para provar no balcão tapas, presunto, ostras e vinhos espanhóis.

A grande praça com arcadas de Madri foi concluída em 1619, no reinado de Filipe III, segundo projeto de Juan Gómez de Mora. Recebeu mercados, touradas, festas reais e até julgamentos da Inquisição; depois de um incêndio em 1790, foi reconstruída por Juan de Villanueva. No centro fica a estátua equestre de Filipe III.

O nome vem de um antigo portão da cidade que ficava aqui, e a praça é o coração de Madri — e da Espanha: uma placa no chão marca o Quilômetro Zero, ponto de partida das estradas radiais do país. Na noite de Ano-Novo, o país inteiro acompanha o relógio da Real Casa de Correos e come doze uvas ao som das doze badaladas. Ali perto fica a estátua do Urso e do Medronheiro, símbolo de Madri.

As obras desta grande avenida começaram em 1910, abrindo caminho entre as ruas antigas para ligar o centro aos bairros mais novos. Ladeada por edifícios do início do século XX, cinemas e teatros, é muitas vezes chamada de Broadway de Madri; no seu início está o edifício Metrópolis, com sua cúpula, e o edifício da Telefónica, de 1929, foi um dos primeiros arranha-céus da Europa.

No centro da praça, a deusa Cibele conduz uma carruagem puxada por dois leões; a fonte foi projetada por Ventura Rodríguez e construída sob Carlos III, no fim do século XVIII. Atrás dela ergue-se o branco Palacio de Cibeles, antiga sede dos Correios e hoje sede da prefeitura de Madri. Os torcedores do Real Madrid se reúnem na fonte para comemorar as vitórias.

Este portão triunfal neoclássico foi encomendado por Carlos III, projetado por Francesco Sabatini e concluído em 1778. Antigamente marcava a entrada da cidade na estrada que vinha de Alcalá de Henares; hoje fica no meio da Plaza de la Independencia, ao lado do Parque do Retiro.

Um dos grandes museus de arte do mundo, foi inaugurado em 1819 num edifício neoclássico projetado por Juan de Villanueva. Sua coleção de mestres espanhóis não tem rival — As Meninas de Velázquez, as Pinturas Negras de Goya, El Greco — e é ali também que está O Jardim das Delícias, de Bosch.

O museu nacional espanhol de arte do século XX e contemporânea ocupa um antigo hospital do século XVIII, ampliado com torres de elevadores de vidro e uma ala moderna. Sua obra mais famosa é Guernica, de Picasso (1937), e o acervo também tem obras importantes de Dalí e Miró.

O parque nasceu como jardim do Palácio do Buen Retiro, construído para o rei Filipe IV na década de 1630, e está aberto ao público desde 1868. Dá para remar no grande lago, aos pés do monumento a Afonso XII, ou visitar o Palácio de Cristal, um pavilhão de vidro e ferro construído em 1887.

Um autêntico templo egípcio do século II a.C., doado pelo Egito à Espanha em 1968 como agradecimento pela ajuda no salvamento dos monumentos da Núbia ameaçados pela represa de Assuã. Reconstruído pedra por pedra no Parque del Oeste, foi aberto em 1972 e é um dos melhores lugares de Madri para ver o pôr do sol.
Toledo, Segóvia com seu aqueduto romano e o mosteiro real do Escorial são passeios de um dia fáceis a partir de Madri. O app também funciona lá e, numa viagem de carro, narra as cidades pelas quais você passa se você ativar o modo GPS automático antes de dirigir.
Mais sobre viagens de carroSim. O AI TourMate narra Madri em 14 idiomas, incluindo português, inglês, espanhol, alemão, francês, italiano, húngaro, japonês e chinês. Cada pessoa do grupo pode ouvir no seu próprio idioma, no seu próprio celular.
Não. O app conta a história dos lugares ao seu redor enquanto você caminha. Para o Museu do Prado, o Palácio Real e outros locais com entrada paga, você ainda precisa do ingresso do próprio local.
O app acompanha sua localização por GPS, então funciona melhor ao ar livre — ao redor dos monumentos e nas ruas. Dentro de grandes edifícios, o GPS pode ser impreciso.
O app é gratuito para baixar e sua primeira história é grátis. Depois disso, você paga só pelo que ouve, com pacotes de créditos — não há assinatura.